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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

HELP ME GRANDES GÊNIOS

Poxa... precisava de Einstein + Freud aqui, juntos de mim. Talvez eles conseguissem me ajudar no dia a dia... 

Ah, Da Vinci também e Vivaldi com as suas 4 estações. 

Os grandes gênios poderíam me dar umas dicas. Apenas eles. Os mortais nada sabem fazer de diferente. As mesmas fórmulas não adiantam diante de algo novo, inusitado e desafiador por excelência. Algo maior do que são capazes de conceber... algo vivo, forte e descontrolado pela força pueril e juvenil de quem pensa que pode tudo, afinal o céu é o limite. E é! Concordo! 

Somente os grandes para compreender, aceitar e ajudar um pequeno grande como eles!

Mandem-me para o Pólo Norte se for preciso. Clamo ao Pai e ao pai: "socorro!". Em meu limiar, atam-me as mãos, os pés e a capacidade de fazer mais do que falar e pensar e conclusão alguma chegar.

Ouçam-me os grandes, porque os pequenos ainda estão a desenvolver suas diminutas capacidade de ouvir, de ver e de estar.

Clamo ao grandes, porque aqui está tudo grande!

Anita - uma pequena aprendiz de vida!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A IGNORÂNCIA DO SABER

Imagem: Google - http://www.conhecaadeus.com/cegueira-espiritual/cegueira-espiritual/

Eu tenho medo da ignorância dos que sabem demais!

Isso, para mim, é mais do que ignorar - que é não saber - é estupidez, mesmo! É cegueira no sentido pejorativo - porque a cegueira, em si, não é pejorativa, é uma condição de quem não vê com os olhos. No caso desses "sabedores" - sabe-tudo - é não ver com olho algum... porque tem uma trave gigantesca em forma de arrogância que limita tudo, muito mais do que o ver... limita o ser capaz de mais fazer, mais saber, mais aceitar, MAIS APRENDER. Essas pessoas são limitadas pelo não querer ver, para não ter o trabalho de algo mais saber, algo mais aprender... Simples: burrice, mesmo.

O mal do qual padecem essas pessoas, na verdade, é pobreza de espírito!

Anita - "só sei que nada sei" (Sócrates) e o que ainda não sei, vou em busca de aprender e saberei!

sábado, 11 de agosto de 2012

PARA SE RESPEITAR, RESPEITAR


Engraçado é que isso é para mim mesma: 

A ÚNICA MANEIRA DE SE RESPEITAR É RESPEITAR!

Hoje, eu não respeitei. Invadi. Fiz com quem culpava ter me feito o mesmo que me havia feito: magoei. Senti que não deveria mantê-la como culpada, tenho capacidade de compreender a loucura do outro, como a minha, mas, não o fiz. Senti duplamente: o que é estar na pele de vítima - mesmo depois entendendo que não sou - e sei o que é estar na pele de algoz, agindo como quem me "vitimou". Não é legal. Não sou eu. Não faz parte mais de mim agir assim. Precisei fazer para entender que nada precisava ser feito. Só tenho o dever legítimo de mexer em mim e em ninguém mais. E, com isso, entendi que além desse dever legítimo, tenho o direito legítimo de não aceitar certas invasões. Precisei invadir para ver que não é meu ser invasiva. 

Precisei desrespeitar para sentir o quão mais importante é o respeito. Não julgar não me faria deixar as portas escancaradas, apenas, compreenderia a estabeleceria uma distância natural. Se não há elo, poderiam forçar, mesmo assim, a mim caberia o direito de negar o acesso e pronto. E só. 

Nem mesmo em nome dos meus eu poderia ter comprado uma briga que não é minha. Caberiam às partes se resolverem,

Quanta falta faz respirar. Assim, pude ver a diferença do meu movimento sincero e ver que estar aberto é não fugir de si. Quem continua a se colocar como acima de todos e não se vê age como se fosse o que não é e nem vê o que faz, onde todo mundo vê, porque assim ela age, assim ela faz... 

Bom, agora, para redimir, apenas calar no agir. Deixar lá, como já estava. Não adianta forçar a natureza... não é natural. Ela não vê, mas eu vejo. Se eu vejo, tenho o compromisso com a vida consciente de agir. Assim farei, Mestre Vida. Mestre Tempo, me guia. Natureza, assuma o seu lugar! Aqui só entra quem há de entrar. Nem force passagem... agora mesmo é que não dá!

Anita!