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domingo, 13 de outubro de 2013

ONDE O MAL COMEÇA E COMO TUDO TERMINA...



O problema maior de todo o mal é não se aceitar a dualidade e condenar as diferenças.

Assim, não há compreensão, nem respeito!

A pressão só se estabelece porque somos exigentes demais e desejamos o inatingível, para sempre termos o que reclamar.

É assim que o mal começa e o bem termina...

Anita


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

DIFERENTE ou IGUALMENTE VAZIO?


Vou mandar a minha real:

NÃO ENTENDO O PORQUÊ DAS PESSOAS DAREM O TOM PEJORATIVO À PALAVRA "DIFERENTE".

Isso me fez pensar: 

1 - Ser diferente é NATURAL, afinal, ninguém é igual. E leia-se igual ao pé da letra: 100% idêntico.

2 - Se ser diferente é tão pecaminoso, onde o caminho é ser igual a todo mundo na ações cotidianas... então, segue-se o padrão do vazio, haja vista que o vácuo é um espaço criado o espaço vazio entre uma coisa e outra... assim penso eu. Infelizmente, esse vazio nem é tão vazio, já que se trata de um espaço aparentemente vazio entre uma coisa e outra, ou seja, entre duas coisas que existem, assim, esse espaço vazio não está vago, está denso e cheio de um pouco de tudo que há entre as duas coisas no contexto da sua existência - uau!

3 - Só mesmo mentes preguiçosas, erroneamente chamadas de vazias, desejam a limitação emperrante de se ser um treco qualquer, uma coisa entre duas coisas, em vez de ser uma das coisas, assumindo-se SER.

Isso não me ajuda a descobrir o motivo do tal tom pejorativo associado à palavra diferente.

Estou meio confusa, porém, diferente de quem não pensa por si, ou pensa agressivamente ou reage ao calor da situação... eu reflito, levanto questões, elaboro, considero, pondero, compreendo, busco entender... me informo. Por isso, sou tão diferente, apesar de ser tão igual. Afinal, todos temos a mesma capacidade de sermos melhores e isso nos iguala e nos nivela num bom caminho. Trash, tenebroso mesmo, é quando esse nivelamento de "igualdade" se faz para a destruição do outro e não se vê que isso inclui o ser agente. Como exemplo, temos a agressão que fazemos a natureza parecer ser algo tão natural e bom... Pois é, mata-se e morre-se pelo $ e, destrói-se em nome do capital... depois, comeremos dólares, por aí, porque será o verde que sobrará e, nessa salada real, incluiremos as garoupas das cédulas de R$ 100 e riremos como micos de circo - sem ofender os bichinhos inocentes e vitmas dessa pejoratividade que nos guia e conduz - com tantas cédulas de R$ 20, fora que rugiremos feito a onça pintada, segurando uma cédula de R$ 50 e nada mais teremos para ver, comprar... aliás, mal seremos algo vivo, pois bem provável vida não mais teremos. Entendeu? Estamos nos destruindo, jurando que é o outro quem destrói... 

Resumindo: estamos todos interligados nessa joça e só vai sair quem acreditar que as diferenças constroem, afinal o Universo é vasto e infinito, justamente por conta do equilíbrio da diversidade! 

Só nos salvaremos quando nos assumirmos Seres únicos. Diferentes, porém, iguais nas necessidades fisiológicas e afins.

Anita - boquiaberta com a estupidez humana e que se gaba tanto pela arrogância de se acharem mais do que os outros... eu, hein!